Cristina Boner e Isabel Alves falam sobre igualdade no mercado de trabalho

Uma pesquisa elaborada pela empresa Ernest Young, feita entre líderes de empresas de vários países, foi tema da matéria exibida no Jornal Nacional do último sábado, 18. A pesquisa concluiu que vai levar décadas até que as mulheres tenham as mesmas oportunidades de trabalho que os homens. O estudo busca encontrar os melhores meios de promover a inserção da mulher no ambiente corporativo de maneira rápida e eficaz.

É cada vez mais comum ver mulheres ocupando vagas nas empresas. Porém, no Brasil, em cargos de diretoria ou presidência, elas são apenas 7%. Cristina Boner faz parte desta minoria. Começou a trabalhar com 17 anos e hoje preside o Conselho de uma grande empresa de tecnologia.

Cristina Boner e Isabel Alves falam sobre igualdade no mercado de trabalho

Cristina Boner fala sobre igualdade no mercado de trabalho. Clique para assistir.

Apesar dos avanços dos últimos anos, ainda há um longo caminho a percorrer até que mulheres e homens sejam tratados da mesma maneira no mercado de trabalho. A pesquisa da consultoria Ernest Young mostrou que essa igualdade só deve ser alcançada em 80 anos. O cálculo projetou o ritmo de inclusão das mulheres em cargos executivos de 400 empresas em todo o mundo.

Dar chances iguais para que elas cresçam e ocupem cargos executivos pode trazer mais lucro para a companhia. Na conta dos pesquisadores, a maior participação das mulheres onde há predominância de homens pode elevar em até 25% a produtividade. Isto porque a mulher traz um olhar mais detalhista, mais crítico, muito focado em gestão de pessoas, que é complementar à visão masculina. “Isto faz com que as empresas sejam mais produtivas, inovadoras e com o crescimento mais sustentável”, ressalta Marina Nogueira, sócia da Ernest Young.

Foi com esta visão que Isabel Alves chegou ao cargo de Diretora de Recursos Humanos. “Quando você conhece e consegue se posicionar, você consegue, sim, ocupar um cargo de liderança no mercado de trabalho. Esse cargo é possível, porém, ele tem que ser conquistado”, acrescenta Isabel.

Você pode assistir a matéria completa do Jornal Nacional clicando aqui.

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